Por que você comemora o Natal?

Por que você comemora o Natal? Uma pergunta simples, que até parece tola, mas pergunto isso a você para que não esqueça de que o Natal comemora a simplicidade, o amor e a esperança.

Não se deixe levar pela ilusão do consumo.

Acredite: o maior presente que você pode dar a quem você mais ama é estar presente.

Desejo que esteja com as pessoas que fazem sua vida valer a pena e que possa abraça-las com a certeza de que este momento significa muito para vocês.

Feliz Natal e muitos pontinhos pra gente.

Feliz Natal!!! ❤❤❤

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Se preferir, ouça esse post aqui.

Quem me fez acreditar em meus sonhos

Meu trabalho com os bordados virou negócio {de verdade} há pouco menos de 2 anos de maneira informal e há 3 meses registrado com CNPJ <3. Em paralelo, embora bem menos do que antes, continuo meu trabalho com o Dario, meu marido, na empresa de palestras e treinamentos profissionais, com foco principal em vendas. Trabalho com isso há mais de 15 anos, antes mesmo de conhecer o Dario, mas foi com ele que aprendi a importância do trabalho que fazia e o que é empreender e vender. Foi com ele também que compreendi que mais do que vender um produto ou serviço, a gente tem que se enxergar resolvendo problemas, pois a venda será uma consequência disso. Depois que nos casamos, foi difícil para mim entender que eu não teria um salário todo dia 05, mas foi ele que me fez enxergar que a vantagem de não ter salário fixo estava justamente no fato de ele não ser fixo.

Sempre disse a ele que sou sua fã, não somente pelos motivos óbvios que saltam aos olhos, mas porque acredito tanto nas coisas que ele fala, que talvez eu seja a prova viva de que suas teorias são verdadeiramente praticáveis. De tanto ouvir seus cursos e palestras, encontrei em mim as respostas que me levaram a querer trabalhar com o bordados. Um desejo tão latente em mim que encontrava como respostas as telas de seu PowerPoint.

O fato é que eu o amo, mas talvez antes disso, o admire. E não acho justo ficar com tanta riqueza {intelectual – vamos deixar isso claro kkk) só para mim. Eu quero que o mundo o conheça e perceba o quanto valoroso é o conhecimento que Dario tem. Certamente tem muita gente precisando ouvir o que ele tem a dizer.

E por conhecer seu coração, sei o quanto não foi fácil ter se reinventado nesse último ano. Mas hoje percebe que as coisas estão mais claras, e que há muito trabalho a ser feito.

Dario me fez acreditar em mim, me faz acreditar em meus sonhos, embora muitas vezes sem ele mesmo perceber.

Sempre juntos! {Ainda de Foz} ❤❤❤ #semprejuntos #eueele #fozdoiguaçu #amomuito #instalove

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Quer conhecer mais sobre o trabalho do Dario e o que me ajuda a acreditar sempre em mim? Clica aqui , baixe grátis o e-book “7 DICAS DE VALOR PARA A CONQUISTA DA AUTOMOTIVAÇÃO” e conheça uma nova forma que estamos trabalhando para que mais gente encontre seu motivos para correr atrás de seus sonhos. {Depois me diz o que achou <3}.

Tradição e bordado

Eu bordo desde pequena. Minha mãe foi quem me ensinou. Não me lembro exatamente quando, nem como foi que aprendi, porque além de bordar, minha mãe me ensinou várias outras técnicas manuais. Mas foi o bordado que me desafiou, me fez querer saber mais, foi com ele que me identifiquei. E foi assim, meio sem querer querendo, que aprendi com minha mãe o que ela possivelmente aprendeu com a mãe dela, que por sua vez, minha avó materna também pode ter aprendido com alguém de sua convivência familiar. Isso é tradição: cultuar coisas boas do passado, sem regras institucionais, com adequações a cada ser, com adaptações dos tempos, passando de geração a geração.

Dos bordadinhos da infância, quando fazia meio que por brincadeira mesmo, até os tempos atuais, onde bordar se tornou um ofício para mim, tive a partir da infância uma vivência que reforçou ainda mais minha vontade de querer desenvolver essa habilidade: ingressar no meio tradicionalista do Rio Grande do Sul.

Nos anos 80, a convite de amigos, meu pai me inscreveu para começar a aprender as danças tradicionais do Rio Grande do Sul. Ensaiávamos em uma garagem {pequenina hoje, mas que na época parecia enorme}. Eu, sem saber exatamente o que aquilo significava {ou significaria} para mim, curtia mesmo eram as coreografias, os amigos, as  brincadeiras com tantas crianças diferentes. Em seguida, começaram as viagens a rodeios, aí todas as crianças queriam comprar o mesmo brinquedo, a gente gostava de ir nos parquinhos {com aqueles brinquedos enferrujados, mas tão “legais”} que todo rodeio tinha. Na hora de se arrumar para a apresentação, estávamos prontos, cumpríamos nosso dever, mas depois a gente queria era “zuar”. E assim, com o tempo, fui aprendendo que o mundo das tradições gaúchas era muito divertido, cheio de alegria e amizade, mas ao mesmo tempo fui compreendendo que cada coisa tinha um significado, um porquê, uma explicação.

Ainda pequena comecei a estudar para concursos de primeira prenda. Mais decorando informações  e conceitos do que propriamente compreendendo, percebi que aquilo me ajudava a ir bem na escola. Os assuntos que estudávamos nos encontros de prendas, eram as matérias que aprendia nas aulas da 4ª série {5º ano do ensino fundamental hoje – não sei se as matérias estudadas ainda são as mesmas}. Muitas vezes quando a professora explicava, eu já sabia todo o conteúdo por ter lido e relido sobre geografia, história e folclore do Rio Grande do Sul junto com outras prendas nos encontros preparatórios. A autoestima ficava lá em cima. Além de uma prova escrita,  para esse tipo de competição, era importante demonstrar habilidades artísticas {saber cantar, dançar, declamar tocar um instrumento – eu sempre dançava}, habilidades comportamentais {desenvoltura para falar em público, conversar com as pessoas, pensamentos coerentes – nos fazia treinar na frente do espelho} e também saber fazer alguma demonstração de “dotes domésticos” – não era esse o nome, mas na verdade compreendia algo assim do “universo feminino” #sqn {artesanato, culinária e mais alguma outra coisa que não lembro exatamente. Foi nesse momento que consegui reforçar ainda mais o quanto bordar me fazia bem e também impressionava as pessoas. Não somente pelo fato de uma criança fazer um trabalho “tão antigo”, mas também por começar a compreender que quanto mais eu fazia, melhor ia ficando.

 

  • Um de meus primeiros bordados – ainda na infância {a influência da cultura gaúcha, sempre me fez gostar de ilustrações, fotos e imagens de bonecas, mulheres, meninas com vestidos rodados}:

 

 

Com o passar do tempo, ainda no meio gauchesco, consegui encontrar sentido e significado em outras diversas vivências, mas certamente as da infância me marcaram de forma tão positiva que me fazem ter a certeza de que se hoje faço do bordado um trabalho tão cheio de amor, de dedicação e de propósito, sendo uma de minhas fontes de renda, foi com o reforço e estímulo que encontrei dentro de um CTG {Centro de Tradições Gaúchas}.

 

  • Um de meus mais recentes bordados – faixa com monograma, do trajar tradicional masculino :

 

Perceba que de tantas coisas que relato a respeito desse pequeno pedaço de  minha experiência no meio tradicionalista gaúcho, e que marcaram de forma tão verdadeira e significativa minha vida, não destaco concursos que ganhei, competições e rodeios em que fomos os melhores, porque para mim o que de fato ficou, de forma prática, foram as habilidades que desenvolvi e que facilitam minha “vida real” {vida real = vida fora do meio tradicionalista}, as amizades que perduram por tanto tempo, os valores que me fazem lembrar diariamente que a simplicidade do homem do campo tem muito mais força do que as aparências complexas que no mundo moderno tendemos a querer criar.

Talvez se voltássemos nosso olhar ao potencial que o meio tradicionalista do Rio Grande do Sul tem para capacitar pessoas, contribuindo economicamente, educacionalmente e socialmente não só ao nosso estado, mas ao mundo, teríamos uma compreensão mais adequada de nossa cultura além das fronteiras de Centro de Tradições.

Encerro esse breve texto com a citação de Barbosa Lessa, que já nos anos 50 atentava pelo propósito do tradicionalismo em sua tese O Sentido e o Valor do Tradicionalismo {o negrito é por minha conta}:

“O Tradicionalismo consiste numa EXPERIÊNCIA do povo rio-grandense, no sentido de auxiliar as forças que pugnam pelo melhor funcionamento da engrenagem da sociedade. Como toda experiência social, não proporciona efeitos imediatamente perceptíveis. O transcurso do tempo é que virá dizer do acerto ou não desta campanha cultural. De qualquer forma, as gerações do futuro é que poderão indicar, com intensidade, os efeitos desta nossa – por enquanto – pálida experiência. E ao dizermos isso, estamos acentuando o erro daqueles que acreditam ser o Tradicionalismo uma tentativa estéril de “retorno ao passado”. A realidade é justamente o oposto: o Tradicionalismo constrói para o futuro.

Nobre guerreiro, admirável protetor

Entregue mais um enfeite de porta de maternidade. Mais um bebê que está para chegar a esse mundo tão cheio de possibilidades, que será recepcionado por pontinhos lhe desejando muita saúde e felicidade.

Álvaro, que significa: Nobre guerreiro, admirável protetor.

Vejam bem, quem me pediu para fazer essa almofadinha foi a Gabi, minha prima, para dar de presente. Parece que foi ontem que fiz a almofadinha com o nome dela para colocar na porta de seu quarto de bebê <3. O tempo voa mesmo.

Para uma peça tão especial, decidi usar o linho e bordar nesse tecido é sempre um desafio prazeroso. O desafio inicia já no riscar: como os fios que formam o tecido são um pouco mais grossos do que o algodão, por exemplo, um fio acaba ficando mais longe do outro na trama, o que exige que se passe a caneta com mais cuidado para que o desenho fique compreensível.

 

No linho, os pontos se ajeitam melhor pela perpendicularidade da trama mas o tecido exige maior atenção para que os pontinhos sigam um padrão de tamanho, pois fica muito evidente se um ponto ficar muito diferente no meio do trabalho.

 

Para preencher as letras do nome “Álvaro” eu utilizei o ponto haste.

 

A arte foi baseada na solicitação da Gabi, e então bordei a coroa dourada, utilizando o ponto matiz, ponto atrás, ponto pirulito e nó francês.

 

Os ramos tem ponto haste, na haste (: , e ponto lancé nas folhas.

 

Como disse, o linho tem suas exigências. Bordei a frase com o significado do nome com uma letra cursiva, mas, na minha opinião, não ficou legal. Se eu não gosto, prefiro desmanchar e fazer novamente. Regra básica do bordado: DESMANCHAR FAZ PARTE.

Desmanchar: faz parte! 💛💙💜💚 #umpontinho #refazer #podeficarmelhor #bordado #embroidery #fazparte #handmade #wip

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Preferi utilizar um gráfico letra com pontos para fios contáveis, explorando a característica do linho para fazer isso. E gostei muito mais do resultado.

 

Acabamentos em bainha aberta {o linho é especial para fazer isso} e a assinatura para registrar esse momento.

 

O bordado foi feito em uma peça em formato de fronha, para facilitar a manutenção e limpeza, dessa forma, para lavar, basta retirar o pequeno laço em fita branca nº 00 que ata as partes frente e verso da capinha. Para pendurar, também fiz com fita nº 00 branca uma pequena alça removível, que, se futuramente o Álvaro ou a mamãe dele optarem em não utilizar mais como enfeite de porta, poderão agregar a decoração do quarto como uma pequena almofada, sem nenhuma característica do uso anterior.

 

Para entregar um presente especial, o carinho e a dedicação se revelam nos detalhes da embalagem.

 

Esse trabalho foi ainda acompanhado pelo desafio do Clube do Bordado, com a tag #100diasdebordado , que propõem que façamos uma sequência de 100 dias através de pontinhos, que possam nos inspirar umas as outras (ou uns ao outros, pq o bordado é democrático).

Se quiser acompanhar meu trabalho pelo Instagram, clique aqui

Se quiser conferir mais fotos desse trabalho no Flickr, clique aqui.

O sorteio, o ajudante e o bordado

Sexta-feira passada, dia 13, realizei o sorteio do pingente bordado, conforme havia prometido no post do Dia de Reis. Toda sexta-feira a tarde eu faço companhia para meu Vô João, que nas idas de seus 90 anos, necessita de companhia em tempo integral e a sexta-feira é o meu compromisso com ele. Por esse motivo, nas sexta-feiras acabo chegando em casa {cerca de 35 Km de distância da casa de meu avô} um pouco tarde, e entre descarregar o carro {carrego sempre muita coisa}, arrumar uma coisa aqui, outra ali, dar banho no João e outros tantos compromissos domésticos que uma mãe/esposa/bordadeira posa ter, paro mesmo depois da meia-noite.

Como havia firmado compromisso com tantas pessoas que curtiram e compartilharam o post, queria sim fazer na data combinada, mas quis fazer algo cheio de sentido e carinho, como toda essa movimentação gerada em função dessa pequena promoção me proporcionou. Eu poderia ter usado ferramentas digitais, sites de sorteio e essas parafernálias todas que estão o tempo todo pipocando na nossa frente quando usamos a internet, mas como foi nosso primeiro sorteio via blog e como {pelo menos por enquanto} foi possível fazer uma lista com os participantes, analisar, pensar, revisar, convoquei meu ajudante, o João Augusto, para fazer parte desse momento singelo. Mais do que isso, quis compartilhar com meu filho a alegria que tenho com meu trabalho, quis vivenciar momentos reais com ele, deixando o virtual como coadjuvante.

Da lista de mais de 75 compartilhamentos, 52 foram válidos, então escrevemos os números manualmente.

O sorteio já vai acontecer… Meu assistente já está finalizando os números!!! 💛 💙 💜 💚 #umpontinho #sorteio

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Exercitamos a escrita do João. Seu conhecimento dos números as vezes se embaralha, mas acredito que faça parte do aprendizado.

Perfeitamente imperfeitos!!! 💛 💙 💜 💚 #meumenino #sorteio #daquiapouco

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Em determinado momento o ajudante se cansou de escrever…

Os últimos foram com a mamãe, o assistente cansou!!! 💛 💙 💜 💚 #sorteio #umpontinho

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Recortar exercita a motricidade e a concentração. E aí eu ganhei uma daquelas frases tão cheias de gostosura que nossos pequenos dizem, que dá vontade de fazer um quadro pra nunca mais esquecer:

Sou o cortador mais bom do universo, mãe!!! 💛 💙 💜 💚 #umpontinho #sorteio

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E ele curtiu tanto quanto eu!

E o pingente vai para… 💛💙💚💜#umpontinho #sorteio

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E então:

E quem receberá o pingente será a… 💛 #umpontinho #sorteio

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E assim, a Nadia Beatriz Vieira, aqui de Caxias do Sul, foi a contemplada com o pingente bordado.

 

Farei a entrega ainda essa semana para a Nadia e como disse a ela ao telefone, desejo que esses pontinhos tragam muita sorte a ela, assim como tem trazido a mim. Certamente se não fosse o bordado não teria a oportunidade de compartilhar sentimentos e pensamentos tão positivos e verdadeiros com tanta gente que se identifica através dessa arte milenar. Certamente também não teria feito um sorteio tão divertido ao lado do assistente mais amado desse mundo. Depois de encerrarmos essa promoção, ficamos “sorteando” coisas até quase 01 hora da manhã. João inventava coisas para sortear, inventava os nomes a serem sorteados, eu escrevia, recortava, colocava no copo, ele tirava o papelzinho e anunciava o ganhador. Até nossos carneiros entraram na brincadeira.

Como diz a linda música Trem Bala, de Ana Vilela:

Não é sobre tudo que o seu dinheiro
É capaz de comprar
E sim sobre cada momento
Sorrindo a se compartilhar

Dia de Reis, é dia de presentear

“Até então, a família gaúcha pastoril, louvava o nascimento de Jesus Menino, com orações, no presépio: cantava Ternos de Reis, saboreava uma especial ceia e assim festejava o Natal na intimidade dos próprios membros da sua Santa-família, com muita alegria, amor e paz, seguindo a tradição de origem açorita, e sem a escravidão obrigatória do presentear. E quanto da satisfação de presentes, correspondia a 6 de janeiro. momento histórico das oferendas dos Reis Magos, e não no dia de Natal, como na comemoração atual.”

Esse é um trecho da publicação Tirando Reses no Natal Pampeano, de J. C. Paixão Côrtes. Livreto esse que tive a honra de contribuir para a edição no ano de 2000, no qual Seu Paixão fala um pouco sobre a tradição pastoril do Rio Grande do Sul na época natalina.

Tirando Reses no Natal Pampeano #umpontinho #diadereis #sorteio

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Desde então {confesso}, tenho certa resistência a figura do Papai Noel. Gosto mesmo do sentido do Natal, da possibilidade de reflexão, da reunião familiar, da junção de gente querida.

Encerrando os festejos de nascimento de Jesus, comemoramos em 06 de janeiro, Dia de Reis.

Na vida rural em nosso passado {não exclusividade do Rio Grande do Sul} grupos de pessoas festejavam com música, visitação, comida boa e presentes. Mais do que o dia de desmontar a árvore, Dia de Reis também é dia de reflexão, é dia de festa, de visitar amigos, de presentear.

Comemorando essa data tão cheia de sentido, lembrando que é dia de presentear, vou sortear um pingente com pontinhos.

 

Para participar do sorteio, você deve:

  1. Curtir a página Um Pontinho no Facebook: clique aqui
  2. Compartilhar em modo público esse post no Facebook
  3. Cruzar os dedos e torcer

O sorteio será realizado na próxima sexta-feira, dia 13/01/2017 e divulgado na Página do Facebook. Serão válidos os compartilhamentos até as 12h do dia 13/01.

Me sentindo abençoada, rodeada de gratidão, me despeço, nesse post com versos e oração:

Tinha Deus determinado / A humanidade remir / Libertando-a do pecado / E lhe dando outro porvir

Reclinado no presépio / Cheio de glória e de luz / Fruto da Virgem Maria/ Está o menino Jesus

Agora mesmo cheguemos / A beira de seu terreiro / Viemos para cantar / No dia seis de janeiro

Um novo ano e o que desejo pra ti

 

E hoje inicia 2017. Mais do que fama e fortuna, desejo que você encontre algo que está aí, bem dentro do seu peito, dentro de seus sentimentos, algo que de fato fará com que seu mundo mude, e quem sabe fará com que o mundo de muita gente mude também.

Fama e fortuna passarão a ser consequência, quem sabe até dispensáveis depois de você “achar esse achado”.

Na maior parte do tempo procuramos as respostas para nossas angústias até no Google e esquecemos de procurar na fonte, dentro da gente mesmo.

 

Então te pergunto: o que te move? O que te incomoda? O que te acomoda? Talvez pela respostas a essas três perguntas já comece a desenhar reflexões que te farão encontrar o que, na minha opinião, será o que fará a grande diferença na sua vida. E para te ajudar a nunca deixar de fazer esse exercício, quer saber: BORDE. Bordar é dar-se um tempo, é permitir-se parar. No dia-a-dia estamos tão focados em produtividade, padronização, normatização, automatização, que mal prestamos atenção ao que de fato pensamos e sentimos. Bordar é materializar a atenção. Bordar é registrar no mundo o humano que você é.

Bordar me ajudou a encontrar as respostas a essas perguntas que te fiz e está me ajudando a construir a pessoa que sonho me transformar a partir de quem eu sou. E é justamente isso que desejo para você nesse ano que inicia: TE CONHECE.

Que você saiba dizer ao mundo quem você é, não somente os diplomas que concluiu.

Que tuas conquistas sejam muito mais do que coisas.

Que tuas experiências tenham maior valia do que curtidas em redes sociais.

Que as pessoas que te conhecem lembrem de ti pelo que de fato te move.

Que você esteja sempre rodeado de gente que faz diferença em sua vida.

Que o amor esteja presente em todos os dias de tua vida.

Feliz 2017.